Começo com um tema a propósito de um estudo elaborado pela Universidade de Yale.
Quem são os amigos? O que são? Onde andam eles? Existem amigos verdadeiros? Sabemos distinguir os amigos dos inimigos?
Questões emblemáticas mas cruciais na análise de uma amizade doiradoira.
A amizade é algo de marcante na vida…é um fôlego no carregar da nossa cruz. Um fôlego apaixonante, verdadeiro e humilde.
Uma amizade sincera, profunda é aquela onde chovem criticas e também o calor de um ombro. Infeliz aquele que sorri por ter uma amizade sem chuva, sem um inverno de criticas, de conselhos (para no nosso bem).
Será fácil olharmos em nosso redor e dizer simplesmente, “tu és meu amigo, eu sei…e tu és meu inimigo…”?
Não creio que seja assim tão fácil, pois o tempo é que faz as contas para nós vermos a realidade da amizade, a sua própria anatomia.
Como dizia no inicio do post, um estudo, muito interessante, corrobora que os bébés sabem distinguir amigos de inimigos. Os adultos saberão? Será que os bébés têm mais inteligência social que os mais crescidos?
Já o carissimo e grandioso Fernando Pessoa dizia, “o melhor do mundo são as crianças!” e tal não foi dito ao acaso nem meramente pela inocência destas.
Eu creio em amizades verdadeiras e porquê? Porque, felizmente, respiro algumas (pouquissimas)! Dou graças a Deus por tal. Costuma-se dizer, “na vida uns vão, outros ficam…!”, eu diria, “sei que uns nunca vão!” e atenção, um inimigo agora pode ser amigo amanhã e vice-versa…mas o verdadeiro (com ‘V’) amigo o é para sempre!
Verdadeiro porque nos ralha, porque nos assusta, porque nos critica…porque quer o nosso bem! Verdadeiro pois quer que a felicidade nos sorria hoje e no futuro, e não meramente um bem estar,… passageiro.
Os bébés sentem os “verdadeiros”!(?) Os anjos existem? Claro…! Melhor prova disso é deslumbrarmo-nos com um sorriso de uma criança!

Finalizo deixando um caloroso abraço aos meus amigos e o meu coração pelos verdadeiros!