A trilogia mais misteriosa e complexa continua a dar que falar aos psicólogos/psiquiatras, religiosos e cientistas.
Se estivermos na simplicidade do verbo, creio que a trilogia flui com naturalidade…!
Com efeito em situações delicadas, chatas e/ou tristes não basta querer para ser.
Também acho que a linearidade está correcta na expressão pois antes de sermos precisamos de querer ( se bem que podemos ser “sem querermos”, forma involuntária). Sem manobras é do fazer para o ser, isto é, não podemos ser sem fazer, diria até impossível acontecer se não se verificar tal. Acho pois que o fazer é o conceito central do trio.
Com efeito, é de realçar que para querer não basta “querer”, é preciso pois causa(s) e também efeito(s)…!
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