Depois de ter visto uns comentários notei na abrangência que afecta a educação. Ela é realmente um conceito que marca a civilização e nos diferencia dos outros Seres Vivos.
No enlace do crescimento do Ser Humano a educação vai instruindo o mundo deste.
Tal educação é dada pelos Pais e/ou familia, escola e sociedade (aqui está pois as companhias: amigos e não amigos )! Surge-se-me uma interrogação algo pertinente:
“Mas afinal quando devemos a começar a educar o Ser Humano? Logo mal nasce? Apenas quando começar a falar?”…Será indiferente? Como estimular o filho a ser autónomo, responsável e fazendo pensar por si próprio? Como educar o optimismo? Aquando os erros cometidos, deve-se elogiar o filho dando assim sabor à liberdade (com realismo) e asas à imaginação, ou então corrigir-se o erro? O Ser Humano quando nasce, seu cerebro é como um papel branco que vai sendo escrito pelo “exterior”? Ou já nasce com o papel algo preenchido? Deixar as crianças confiarem na sua intuição e a usarem a auto-critica e auto-confiança para ultrapassarem as más fases, é bom caminho. Elas devem pensar por si próprias! Sim, para tal, é preciso um ambiente familiar que incentive decisões independentes ensinando as crianças a desenvolverem um diálogo interno construtivo! De onde nasceu a ideia de que chamar atenção ao Ser Humano com estalos moles ou duros é necessário (útil/lógico/bom)? E porque nasceu? Qual será a melhor disciplina? Aquela que nasce “do bater”? Ou aquela que nasce do Verbo?

(Para responder às interrogações em cima deixo uma pacata e simples opinião)…
…Penso que abrir a mente de uma criança e de seguida injectar amor dispensa de palmadinhas ou palmadonas!

Exemplo: Conheço um casal que educou seus dois filhos tendo usado sempre apenas a Palavra (Verbo) e o Olhar. Não é que hoje são (os dois) as pessoas mais pacientes (impacientes quando eram crianças), disciplinadoras, responsáveis (primeiro só queriam brincar), pensantes e dignas que conheço. Admiro pois também o respeito, a solidariedade e conselho de amor e/ou amizade, que transmitem aos outros!

Parafraseando Drª Elisa Medhus: “Estamos ensinando nossos filhos a fazer opções na vida para obter a aprovação e a aceitação dos outros. Com isso, nossos filhos renunciam ao único dom que eleva os seres humanos acima de todas as outras criaturas vivas – a  capacidade de raciocinar.”