A começar pela génese…afinal o que é amor?
Cheira-se? Vê-se? Sente-se? Sabe bem? Amor=Paixão? Amor é a mãe da paixão?
Será o amor que recebemos dos nossos pais o mesmo que recebemos da namorada e/ou mulher? Será que existe um amor e um AMOR, em que no amor, exigimos correspondência…, enquanto no AMOR não é necessário retribuição. Será o AMOR o que vemos na fraternidade dos pais em que fazem de tudo para nos verem felizes não exigindo nada em troca. Será que tal se passa em relações sociais tais como um casal? E não se passando podemos ter então dois tipos de Amor?
Aquando estas dúvidas lançadas, tento vislumbrar o amor como arte? Sê-lo-á? Será o amor uma arte, ou será ele o Pai da(s) Arte(s)? Sem amor viveríamos? Viveriamos, mas na penumbra do abismo permanente! Será que podemos “injectar” amor num abraço de um tronco de uma árvore? Ou no contemplo de uma rosa, cheirando o seu nectar?
Com efeito, perante estas dúvidas todas ainda não sei o que é realmente amor…! Se já o vi, senti, cheirei, … não me recordo!
Mas uma coisa é certa, isso de Amor é algo dificil de conquistar e como tal é preciso sacrificio e tempo, pois ele não está no virar da esquina. Entendo o amor como uma “semente-criança” que teremos de plantar, regar, tratar sempre com carinho nos bons e maus momentos…! E só quando a “árvore” está crescidinha (passado muito tempo) a gente olha para trás da vida e vê realmente o Amor desde o seu nascimento, o verdadeiro amor…! Deu-me para escrever e abordar este conceito deveras divino, mas também estranho e complexo.
(…)
Bom fim-de-semana caros! 😉