Ou nós mandamos nele?
(…) é mesmo esquisito.
Armazena cenas do nosso dia-a-dia não sei porquê. Cenas inúteis ficam no nosso consciente.
Realmente ‘ele’ utiliza critérios (de memória) que me deixam perplexo.
Guarda pormenores caricatos, tais como há 22 anos atrás numa noite de inverno, um passeio na esquina da antiga rua a comer um pedaço de carne com gordura grelhada oferecida pela madrinha. Porque terá ficado isso na memória? Não fui eu que ‘pedi’ para que guardassem. Dá a sensação de que existe um automatismo e o ‘ser’ nada ou pouco pode fazer perante o poder do (seu) cerebro.

Não seria mais útil Nós podermos gerir o armazenamento?
Se eu pudesse apagar memórias que não contribuem para a minha felicidade?
Mas tal não é possível e porque Será? Algum limitação que o Homem terá de aprender?
(…)