Este sabado passado fui jantar ao Farol (Póvoa de Varzim). Este restaurante estava cheio. Tive de esperar um pouco para ter mesa.
Muita malta do PSD (pois o congresso se passou na Póvoa) estava a jantar.
Pedi comida, um misto de marisco (9,98 euros). Estava muito bom. Este misto leva, em média, 5 mexilhões, 7 camaroes, sapateira pequena, muitos camaroes pequenos (chamado camaroes da costa) e outra cena que não me recordo o nome. É barato sim e de razoavel qualidade.
Comi bem, bebi uma coca-cola e pedi sobremesa.
Quando esperava pela sobremesa aparece no restaurante uma jovem com um vestido provocante, sem nada por baixo…!
Provocante mesmo! Muitos homens e mulheres que ali ao lado estavam olharam todos para ela, incluindo eu. Foram aqueles olhares surpreendidos e iniciais, normalissimo. É claro que certos homens continuaram a olhar de forma mais efusiva. Eu por acaso não olhei mais pois já comia um crepe delicioso. O incrivel passa-se a seguir. Ao vir-me embora para pagar, comentei com o empregado que serviu a tal jovem, acerca do seu vestido, e ele respondeu que ela tem o direito e liberdade de vir vestida como quiser. Claro que sim, se ela se sente bem, se gosta de se vestir daquela forma, claro! Mas…, diz o empregado novamente, “…ela não tem o direito de me pedir para dizer aos restantes clientes (que estavam a olhar para ela) que não olhem para ela, porque se sente incomodada”…O QUÊ?! – digo eu…”mas ela disse mesmo isso? “, “sim…pediu o ridiculo…”, respondeu o empregado.
Esta história é veridica. Enfim…existem criaturas incriveis.
Todos diferentes todos iguais, né?😉